Como a IA é um tipo de tecnologia que habilita máquinas e dispositivos eletrônicos a emular o pensamento humano, fica a questão: aonde queremos chegar com isso?
Uma das possíveis pistas para encontrar essa resposta está em um artigo da Accenture sobre Inteligência Artificial (em inglês).
Ele nos traz uma definição interessante e reveladora sobre o que podemos esperar: “a definição de inteligência artificial que cada um faz é diferente talvez porque a IA não é apenas uma coisa”.
Ou seja, apontar um único objetivo seria reduzir demais o seu tamanho e papel.
Uma outra perspectiva que sugere a infinidade de propósitos da IA é dada pelo pesquisador John McCarthy (conteúdo em inglês), do departamento de Ciências da Computação de Stanford.
Segundo ele, “a inteligência artificial está relacionada ao uso de computadores para entender a inteligência humana, não limitada a métodos biologicamente observáveis”.
Portanto, não existe apenas um objetivo ao desenvolver a IA, mas uma soma de propósitos que levaram o ser humano a emular sua própria inteligência em computadores.
E isso nos ajuda a entender a importância da inteligência artificial, sobre a qual falaremos mais à frente ao abordar a tecnologia envolvida.